ABDON E HOMEN DE CORAGEM E FALA NA CARA!!!!

Vergonha na cara é poder fazer tudo o que quer, mas sem prejudicar a niguém, é isso que falta no Brasil, não e só para os políticos terem vergonha na cara e assumirem seus "erros", mas principalmente para a população que só reclama e não faz nada, está certo que fazer campanhas nas ruas é meio chato, mas seria legal se o Brasil inteiro, em todas cidades, principalmente nas capitais, todos fizessem isso. E o objetivo de tirar todos esses eles ladrões do poder....
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ABDON ABDON ABDON

sexta-feira, 23 de março de 2012

ABDON E HOMEN DE CORAGEM E FALA NA CARA!!!!

É a vergonha na cara que reprime os impulsos para a violação das leis e que freia a vontade de corrupção. Já para Aristóteles a vergonha e o rubor são indícios inequívocos da presença do sentimento ético. . De tempos em tempos, vemos ministros e grandes executivos tendo que pedir imediata demissão por atos desavergonhados.
Ter vergonha na cara representa um limite intransponível...
Que é ter vergonha na cara? O dicionário Aurelio assim define: "ter sentimento da própria dignidade; ter brio." É o que mais nos falta na política, nos portadores de poder público, em deputados, senadores, executivos e em outros tantos ladrões e corruptos de colarinho branco. Com a maior cara de pau e sem vergonhice negam crimes manifestos, mentem sem escrúpulos nos interrogatórios e mas entrevistas aos meios de comunicação ..confiando na defesa de advogados. `cinicos e em leis que protegem quem tem dinheiro e poder



Engenheiro foi titular de duas secretarias na gestão de Duciomar



Sérgio Pimentel foi lançado ontem pré-candidato à Prefeitura de Belém pelo Partido Social Liberal (PSL). Com 56 anos, ele é engenheiro de operações e construção civil. Ao longo da gestão de Duciomar Costa, foi titular das secretarias de Saúde e Urbanismo. Hoje, é coordenador de Planejamento da Prefeitura. O anúncio oficial do nome de Pimentel aconteceu no Hotel Crowne Planza, durante a pré-convenção do PSL, onde estiveram presentes filiados do partido, inclusive o presidente estadual da legenda, Antenor Bararu; Marcley Lima, do Democratas e o secretário de Trabalho do PDT no Distrito Federal, Eduardo Lopes.
Durante o seu pronunciamento, Sérgio declarou que, se eleito, seu trabalho será focado, principalmente, na área da saúde. Ele revelou ainda que pretende fazer uma gestão mais próxima das comunidades. "Eu (enquanto era secretário) fiz muitos projetos. Nós terminamos muitos ‘esqueletos’ deixados pelo governo anterior. Mas eu nem chamo isso de herança maldita. São obras que não puderam ser concluídas, assim como o Duciomar vai deixar algumas obras para nós concluirmos. Belém só vai crescer se os candidatos forem nos bairros, nas periferias, e se nós planejarmos essa mudança, que só acontece por vocês, pela forma como vocês recebem os projetos. Porque nós estamos ouvindo vocês? Porque eu não sei do que vocês precisam. O Plano de Governo é instrumento principal de gestão do homem público", declarou.
Durante o seu discurso, ele também comentou sobre o projeto de trânsito rápido BRT. "Não dá para investir R$ 500 milhões em transporte quando lá na Pratinha, no Tapanã, está só lama. Nós temos que pensar na parte básica da população", disse. "É isso que nós temos que mudar em Belém. A forma de conversar com político, de se comportar com ele. O político é empregado. Quando ele cumpre um compromisso, não faz nada mais que sua obrigação. Aqui, hoje, estamos fazendo uma nova história para Belém. Enquanto tiver uma pessoa sem educação, sem água, sem saneamento no município, não teremos o que comemorar nos 400 anos da cidade", completou.
Questionado sobre seus planos para a capital, Sérgio Pimentel revela que o objetivo é priorizar a área da saúde, investindo, principalmente, na atenção básica. Ele explica que, atualmente, Belém conta com R$ 240 milhões por ano para investir na atenção básica. Porém, a cidade é responsável pelo atendimento de média e alta complexidade do Estado, sendo que recebe apenas R$ 200 milhões para isso. "Esse recurso não paga nem metade dos gastos". Por esse motivo, segundo Sérgio, 70% do recurso de atenção básica vai para média e alta complexidade. "A ideia é mudar esse paradigma".
Se for eleito, o ex-secretário de saúde pretende tirar de Belém a responsabilidade pela média e alta complexidade e construir uma casa de saúde da família para cada 5 mil habitantes, totalizando 280 instituições. "Teríamos todos os programas de prevenção. Com isso, você muda tudo. Tira a pressão de todo o sistema de saúde", enfatiza.
Por pertencer a um partido pequeno, o tempo que Sérgio terá disponível para propaganda no rádio e na televisão pode ser curto em comparação a candidato de legendas maiores. Ele estima que o PSL terá, pelo menos, 1,5 minutos. Porém, o partido tenta formar uma coligação forte para aumentar o seu espaço.
Na manhã de ontem, o vice-presidente estadual do DEM, Marcley Lima, disse que os democratas, que hoje fazem oposição ao prefeito Duciomar Costa na Câmara, podem apoiar Sérgio Pimentel. "Pelo que eu vi aqui essa eleição está no papo. Nosso amigo tem tudo para se eleger prefeito de Belém. Se pessoas de bem não participarem da política, nós vamos ter políticos sem compromisso. Por isso, se você não se importar, eu queria ser seu embaixador dentro do Democratas, para tentar firmar essa aliança para as eleições 2012. Eu confio no seu trabalho. Belém precisa de pessoas novas. O que depender de mim, o Democratas vai junto com você", declarou Marcley, dirigindo-se ao pré-candidato do PSL.
Durante o evento, o PSL também lançou seu primeiro pré-candidato a vereador de Belém, Abdon. Ele revelou que a expectativa é que a legenda tenha pelo menos 50 candidatos a vereador na capital. "Apesar do partido ser pequeno, estamos trabalhando em todo os bairros de Belém para eleger o maior número possível de vereadores, que são a voz do povo", disse.
O evento também foi marcado por uma palestra de Mailton Ferreira, advogado do PSL, que abordou sobre as últimas mudanças da legislação eleitoral. Para ele, a mudança mais significativa foi a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que tornam políticos com as contas reprovadas inelegíveis. "O TSE não explicou se isso vai ser aplicado hoje, vai retroagir. Então, fica uma grande lacuna, porque tem mais de 20 mil com as contas rejeitadas. Vai acontecer como na Lei do Ficha Limpa", avalia

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